Entendendo e vivendo

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Texto                                               Texto de estudo                     Devocional

João                                        João                                        2 Timóteo

5.19-29                                            Cap. 5                                              4.1-5

Verso Áureo

         “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” João 5.24.

Núcleo da lição

         Muitas vezes, questionamos a justiça ou a apropriabilidade de um julgamento ou de uma decisão. É possível ser imparcial e completamente justo? João diz que Jesus tem uma autoridade vinda diretamente de Deus, pois ambos são perfeitos. Suas decisões são, assim, perfeitas também. A autoridade de Jesus foi demonstrada diretamente quando ele curou o paralítico no dia de sábado.

 

 

ENTENDENDO E VIVENDO

Scott Hausrath

Explanação

         Na lição de hoje, vemos Jesus numa posição que lhe era familiar: em conflito com os líderes religiosos judeus. O contexto imediato desta passagem das Escrituras é encontrado em João 5.1-18. Jesus tinha curado um homem incapacitado, no sábado, e, por isso, era perseguido pelos líderes religiosos por “quebrar” aquele dia santo (verso 16).

         Jesus responde aos perseguidores (verso) apelando para seu Pai. Uma vez que o Pai ainda estava trabalhando, disse Jesus, então ele tinha o mesmo direito de trabalhar! Os judeus escolheram interpretar essa resposta como uma reivindicação de que Jesus era igual a Deus (verso 18). Criticamos, freqüentemente, esses líderes religiosos por estarem errados sobre tantas coisas... Porém, desta vez, temos que admitir que tinham razão: Jesus reivindicava mesmo ser Deus!

         Este é o principal enfoque de nossa passagem bíblica: o fato de Jesus reivindicar igualdade com Deus. Isso é comunicado nos versos 19 a 23 pelo uso repetitivo que ele fez dos termos “Filho” e “Pai”.  Cada um desses versos discute as facetas da conexão do Filho com o Pai. O 19 declara-nos que os dois estão conectados por causa de suas atividades. A declaração de Jesus, de que não podia fazer coisa alguma por si mesmo, não deve ser interpretada como uma limitação de suas habilidades; ao contrário, é uma alegação sobre sua identidade: ele reivindicava ser Deus. (Perceba, a propósito, a declaração semelhante, no verso 30: Jesus não poderia fazer algo por ele mesmo. Esse dispositivo de comunicação, a conclusão de uma passagem que ecoa seu começo, serve para enfatizar o ponto de vista do locutor.). Mais adiante, no verso 20, vemos que o Filho e o Pai estão ligados por seu amor. Os dois seguintes, 21 e 22, voltam ao tema das atividades. Finalmente, no 23, reivindica-se que nossa atitude com o Filho indica nossa atitude também para com o Pai.

Inerente ao primeiro parágrafo do texto de hoje, estão duas outras reivindicações: nos versos 20 e 21, primeiramente, Jesus afirma que tem o poder de dar vida às pessoas. Posteriormente, no 22, ele alega que o Pai tinha lhe dado a autoridade para julgar as pessoas.

 

Exploração

Os versos 24 a 26 desenvolvem a reivindicação de Jesus quanto a ter a capacidade de dar vida às pessoas. A frase “em verdade vos digo” foi usada por ele para alertar os ouvintes de que iria fazer um pronunciamento muito importante, algo que precisava ser ouvido e praticado. Duas vezes neste parágrafo vemos essa frase, indicando também a preocupação de Cristo com os ouvintes, para que o entendessem realmente. Afinal de contas, ele lidava com um assunto de vida e de morte eterna!

Dizer que Jesus era um mestre na arte da comunicação é como falar que há uma força puxando todos os objetos em direção a Terra. É óbvio! Você pode argumentar contra a lei da gravidade, mas seria perda de tempo; a cada segundo do dia, as evidências dessa ação estão diante de seus olhos. De forma  semelhante, há evidência do domínio de Jesus na comunicação, mostrada no verso 24.

Quanto ainda a esse verso, pode-se dizer que ele muito claramente nos fala sobre possessão e posição. Há uma pessoa, disse Jesus, que possui a vida eterna: aquela que ouve as palavras de Jesus e que crê naquele que o enviou (Deus Pai). Além disso, por possuir a vida eterna, aquela pessoa não será condenada. Como Jesus declarou, ela passa da morte para a vida. Por ter essa vida eterna, não corre o risco de ser condenada à morte; sua posição está segura. Em outras palavras, sua possessão determinou sua posição. (Veja também João 10.28-29, 1 João 5.11-13 e 2 Coríntios 5:17)

Os versos 27 a 30 desenvolvem a reivindicação de Jesus quanto a ter autoridade para julgar as pessoas. Jesus declarou, no 27, ter recebido a autoridade por ser o “Filho do Homem”. Esses termos apontam para Daniel 7.13-14, na parte descritiva do Messias, a quem fora dada autoridade, glória e poder soberano. A aplicação deste termo, por Jesus, referindo-se a si próprio, então, era uma tácita reivindicação de sua messianidade: ele declarava-se o Messias! Novamente, como já foi mencionado, Jesus dizia-se igual a Deus. Portanto, tinha autoridade, como bem expresso nos versos 28 e 29, para chamar as pessoas dos seus sepulcros a fim de julgá-las. Finalmente, o verso 30 recorda que Cristo não pôde fazer coisa alguma por ele. Suas ações identificam-no com o Pai, porque Jesus verdadeiramente é Deus. Então, seus julgamentos podem ser considerados justos, pois não trabalha para si; trabalha exclusivamente para cumprir o propósito de Deus.

 

Encorajamento

Muitas pessoas têm um propósito para suas vidas: usam-na exclusivamente como uma ferramenta ou um pagamento que fará com que possam entrar no céu. Enfocam a maioria da atenção em satisfazer “exigências” para esse ingresso. Por isso, não podem viver no presente, porque este deve ser sacrificado para cumprir sua meta/missão futura. Você conhece alguém que utiliza essa filosofia como um fundamento de vida? Como a vida de tal pessoa parece? Será ela completa, no sentido de estar desfrutando sua existência?

Uma das grandes bênçãos de viver como um cristão é a certeza de que entraremos no céu. Deus já nos garantiu isso! Lembre-se da promessa de Jesus no verso 24. Possuímos a vida eterna; logo, nossa posição na eternidade está segura! Quando Jesus julgar nossa vida (versos 28 e 29), seremos incluídos no grupo dos que ouviram sua Palavra e creram no Pai. Portanto, não seremos condenados: desfrutaremos da vida eterna! (Veja Romanos 8.1-2.)

Que diferença prática isso faz em sua vida cotidiana? Muita... Espero que caracterize sua vida, e que a viva plenamente, momento após momento. Uma de minhas canções favoritas faz a seguinte pergunta: “Você vive os dias pelos quais passa?” A liberdade da condenação permite-nos justamente fazer isso! Podemos assimilar e apreciar nossas experiências à medida que elas acontecem, por não termos que comprar, pagar ou fazer boas obras que nos conduzam à salvação. Já temos a salvação, graças a Jesus, o Messias.

Se nós, cristãos, podemos desfrutar da vida a cada momento, como isso afetará nosso testemunho a outras pessoas? Penso que o ampliará, porque elas vão nos ver como seres verdadeiramente vivos. Uma vez que nosso futuro está garantido, somos livres para viver o presente. Uma pessoa livre é viva! Isso atrairá as pessoas a nós por nossa vida ser real e atraente.  

E ainda temos a maravilhosa oportunidade de compartilhar essa verdade com os outros! Se eles também ouvirem as palavras de Jesus e crerem no Pai, serão libertos e terão a vida eterna. Tal revelação traz uma verdadeira revolução... Nós, cristãos, temos o surpreendente privilégio de compartilhar essa graça com as pessoas, de forma que possam vivenciar também a mesma experiência.

Sua vida tem sido um testemunho vivo da liberdade trazida por Jesus? Tem compartilhado com os outros a Palavra de Deus? O que costuma fazer por aqueles, em seu caminho, que ainda não conhecem Jesus, nem a vida abundante que ele veio trazer? 

 

 

Olhando adiante

        Nós descobriremos alguém que pode prover nossa satisfação espiritual.

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